<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604</id><updated>2011-12-12T12:11:05.995-08:00</updated><title type='text'>Daniel Pereira</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-7007424870124260440</id><published>2011-12-12T12:06:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T12:11:06.009-08:00</updated><title type='text'>Na sala, com o doutor Sócrates</title><content type='html'>O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável. O cartola que tascou essa pérola lá pelo começo dos anos 80 (recusando proposta do futebol francês pelo novo ídolo corinthiano) é aquele mesmo que agradeceu a Antártica pelas braminhas que ganhou numa festa do&lt;br /&gt;clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz a lenda que o inefável Vicente Matheus era um brucutu semi-analfabeto. Há controvérsias. Noutra versão, ele dava essas mancadas de propósito. Pelo sim, pelo não, no caso das brejas ele poderia (na devida proporção) ter se eternizado como o McLuhan da micro-aldeia global tupiniquim – afinal, hoje, braminhas e antárticas são cevadas do&lt;br /&gt;mesmo saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especular o passado só serve para a história, costumava dizer Sócrates,o último filósofo do futebol brasileiro (antes dele, teve o Afonsinho, também médico como ele).  O ser socrático é paradoxal por natureza. O cidadão Sócrates Brasileiro, como todo cara tímido, precisava de inspiração para extravasar sua oralidade genial. Já o jogador de futebol, não. Magro como uma vara da Fabiana Murer, antítese de atleta, tinha que evitar o contato físico com o adversário. Como só aos gênios é permitido inventar, ele mostrou ao mundo que o calcanhar não poderia ficar conhecido na história apenas por ter sido o ponto fraco de Aquiles, o herói grego da Ilíada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempus fugit, a bola parou, o boleiro saiu de cena e Sócrates migrou das páginas e telas do noticiário esportivo/político para uma sala de UTI. Entrou, saiu, recaiu, voltou, hibernou e continuou vivinho da silva, para contrariar aqueles que já haviam encomendado seu paletó de madeira. Típico dele. Não, ninguém o enterraria antes da hora. O seu maktub foi agendado de próprio punho quando vaticinou, em 1983:  “Quero morrer em um Domingo, e com o Corinthians Campeão!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história vai continuar revelando facetas do Doutor que poucos conheciam. Uma delas, a do cantador/compositor que, em 1980, foi convencido a gravar um disco sertanejo. O lançamento do bolachão de vinil na RCA foi um sucesso. Da gravadora, fomos almoçar no Rodeio, badalado restaurante da época, nos Jardins. Algumas picanhas, caipirinhas e cervejas depois, ficamos à mesa apenas o Magrão, Osmar Santos, Osmar Zan, competente produtor musical da RCA, e eu. Fim de papo, cada um para seu lado. Eu já estava na rua, o Sócrates saia do estacionamento no seu recém-comprado Fiat 147 verde – não me lembro se a torcida do Palmeiras pegou no pé dele por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai pra onde? Entra aí.&lt;br /&gt;-  &lt;br /&gt;Eu ia para o Estadão, à época na Major Quedinho. Ponderei o inconveniente, perda de tempo, coisa e lousa. Ele insistiu e lá fomos nós, embalados pela euforia natural das brejas, papo aberto de dois caipiras no meio do trânsito caótico da cidade grande. Ali, estabeleceu-se uma relação honesta, confiável. Não ficamos amigos íntimos. Nem haveria por que. Algum tempo depois, o jornalista Claudir Franciatto estava lançando uma revista literária e o Sócrates nos deu uma bela entrevista – filosofia pura, zero de futebol. Um oásis no meio do deserto intelectual que é o mundo futebolês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só voltamos a nos ver em 1990, alguns meses antes da Copa da Itália. Aposentado fresquinho, com experiência no futebol da Bota, seria o comentarista ideal da rede de notícias que a agência Comunic (Cláudio Amaral) estava montando para cobrir a Copa e abastecer jornais e rádios Brasil afora. Pelo telefone, brifei. Ele gostou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vem prá Ribeirão. Vamos conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui. Na ampla e aconchegante sala do apartamento dele, um enorme freezer abarrotado de cervejas da Antártica contemplava a cena. Como testemunha, o irmão Sóstenes, que também queria ser cantor. Aí, sim, meninos, eu vi, de fato, quem era aquele caboclo de repertório privilegiado que jamais deixava para daqui a pouco o que pensava no momento. Claro, molhamos todas as palavras a que tínhamos direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia ter saído de lá com a melhor reportagem jamais publicada, até então,  sobre a vida e a obra daquele sujeito diferenciado, idiossincrático quanto qualquer outro na multidão e, naturalmente tão contraditório quanto convém a um socrático. Não a escrevi. Não me arrependo. Nunca mais cruzei pessoalmente com ele. Coisa que alguns amigos íntimos dele também pouco fizeram, o que não impediu que o Casagrande exteriorizasse publicamente a veneração que tinha pelo Magrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à proposta que fora o argumento da viagem a Ribeirão Preto, deu em nada.  Também não sei que fim levou o bolachão de capa vermelha da sua primeira e única aventura pela fauna musical. Mas sei que, naquele dia, o doutor Sócrates mais do que abriu o freezer de sua sala. Ele escancarou o livro de sua vida e posso ver, claramente, da arquibancada, que nele ainda há muitas páginas em branco a serem preenchidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que tenha partido para uma viagem sem volta, Sócrates cumpriu fielmente o ensinamento do filósofo grego que foi a inspiração do seu nome e deixou para sempre, na memória da saudade, o epíteto que talvez seja o que melhor define quem ele foi, o que fez e por que fez: “A vida não perscrutada não vale a pena”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-7007424870124260440?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/7007424870124260440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/12/na-sala-com-o-doutor-socrates_12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/7007424870124260440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/7007424870124260440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/12/na-sala-com-o-doutor-socrates_12.html' title='&lt;strong&gt;Na sala, com o doutor Sócrates&lt;/strong&gt;'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-2450253763724767541</id><published>2011-04-11T14:05:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T14:07:10.440-07:00</updated><title type='text'>Sic Transit</title><content type='html'>Pense na palavra, em qualquer palavra,&lt;br /&gt;Como o ensaio para o texto que virá.&lt;br /&gt;Junte-a com outras, quaisquer que queiras&lt;br /&gt;E terás o princípio do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicione-as ao estilo que te identifica,&lt;br /&gt;Construa uma cadeia de ideias,&lt;br /&gt;Siga a linha do pensamento&lt;br /&gt;E saberás que caminho seguir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja ousado,&lt;br /&gt;Atrevas-te a exigir mais&lt;br /&gt;Persiga novos desafios&lt;br /&gt;E encontrarás o objetivo da tua vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-2450253763724767541?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/2450253763724767541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/04/sic-transit.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2450253763724767541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2450253763724767541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/04/sic-transit.html' title='Sic Transit'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-2653390403728668230</id><published>2011-03-03T07:06:00.000-08:00</published><updated>2011-04-11T14:13:31.530-07:00</updated><title type='text'>Poeta Chico Moura Lança Acalanto</title><content type='html'>Vai se chamar Acalanto o mais recente trabalho do poeta Francisco Moura Campos, que será lançado no dia 13 de abril, às 20h, no Soteropolitano, Vila Madalena. Acalanto é o 11º livro do repertório desse poeta que nasceu em Botucatu,  formou-se engenheiro em São Carlos, bebeu na fonte de Drummond – com quem trocou correspondências -, revelou talentos como editor e hoje também é diretor da União Brasileira de Escritores (UBE). A obra, como o próprio Chico Moura define, é uma seleção de textos que, direta ou indiretamente, têm como mote sua filha Mariana, sentido da vida e de sua poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no prefácio, em versos,  pode-se intuir a intenção do autor quando escolheu a data para o lançamento  da obra: “Tudo acontece em abril, sumário do existido. Em abril nasceu Mariana, vinha carta de Drummond”. O escritor e crítico literário Fábio Lucas deteve-se nas minúcias dos textos e, entre outras conclusões, faz uma observação pontual da relação afetiva que permeia toda a obra: “A identificação se mostra tão soberana e impulsiva que falar do pai-autor será também dizer da filha, o outro lado da fusão sentimental”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drummond na cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciação literária de Chico Moura foi obra do acaso. Estudante na faculdade de Engenharia de São Carlos, o jovem fora à biblioteca em busca de informações sobre construção civil. Súbito, um objeto despenca da estante e, tum!, golpeia a testa do   estudante. Era Antologia Poética, de 1962, primeiro contato que o neopoeta faria com Carlos Drummond de Andrade. Dali em diante surgiria uma cumplicidade que chegou a ameaçar a carreira do futuro engenheiro, tentado a se mudar para o curso de Letras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O episódio, lembra  o poeta,  foi como um “estalo de Vieira”: despertou o literato que,  criança em Botucatu, cresceu ouvindo a mãe ao piano e desfrutando dos ensinamentos de língua portuguesa do pai, advogado que era craque na matéria, e incentivado pelo professor Paulo Vieira. Naquele dia, na biblioteca da escola, Chico Moura fez o resgate. Passou a devorar tudo de Drummond, interagiu com a obra de outros mestres, como Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Murilo Mendes, Jorge de Lima, Mário Quintana, Cecília Meirelles, Pessoa, Camões...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seria mesmo o mineiro de Itabira a fonte em que Chico Moura buscaria seu espelho como fazedor de versos. Do livro de cabeceira em que Antologia Poética se transformou, Chico Moura estabeleceu com Drummond sinergia suficiente para sensibilizar o poeta maior a trocar correspondência. E uma delas, com a letra fina, miúda e caligráfica do mestre, Chico Moura eternizou na contracapa de sua Antologia Poética, lançada em 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO&lt;br /&gt;Lançamento do livro Acalanto&lt;br /&gt;Autor: Francisco de Moura Campos&lt;br /&gt;Local: Soteropolitano&lt;br /&gt;Dia: 13 de abril - quarta-feira&lt;br /&gt;Horário: 20h&lt;br /&gt;Endereço:  Rua Fidalga, 340 – Vila Madalena – (11) 3034 4881&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Atendimento à Imprensa&lt;br /&gt;LCD Oficina de Textos&lt;br /&gt;Contatos: Daniela Cabral – (11) 9106 1067&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-2653390403728668230?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/2653390403728668230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/03/poeta-chico-moura-lanca-acalanto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2653390403728668230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2653390403728668230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2011/03/poeta-chico-moura-lanca-acalanto.html' title='Poeta Chico Moura Lança Acalanto'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-654988301955401354</id><published>2010-12-01T10:03:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T10:05:16.534-08:00</updated><title type='text'>Perseu no inferno (ensaio)</title><content type='html'>&lt;em&gt;Arrogante,  nauseabundo&lt;br /&gt;Perseu se achava o tal&lt;br /&gt;Qual umbigo sem fundo&lt;br /&gt;Não tinha noção do real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prepotente, demoníaco&lt;br /&gt;Se achava de tudo, capaz &lt;br /&gt;No fundo, era só um maníaco&lt;br /&gt;Pobre e  solitário rapaz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilhado nessa redoma&lt;br /&gt;Escravo dos seus demônios&lt;br /&gt;Não percebeu o sintoma&lt;br /&gt;Que lhe corroia os neurônios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vieram os melhores médicos&lt;br /&gt;Mãe de Santo e benzedeira&lt;br /&gt;Uns e outros todos céticos&lt;br /&gt;Perplexos, sem eira nem beira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai ausente, choroso acorreu&lt;br /&gt;A mãe, tal e  qual messalina&lt;br /&gt;Desgarrada na vida, o filho perdeu&lt;br /&gt;E assim, o inferno ganhou Perseu&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-654988301955401354?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/654988301955401354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/12/perseu-no-inferno-ensaio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/654988301955401354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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reto&lt;br /&gt;Ereto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repleto&lt;br /&gt;Nem sempre&lt;br /&gt;Completo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correto&lt;br /&gt;Não um grande&lt;br /&gt;Intelecto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Anacleto&lt;br /&gt;Com seu dialeto&lt;br /&gt;E o velho amuleto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balança o esqueleto&lt;br /&gt;Pede respeito&lt;br /&gt;Sobe ao coreto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filho dileto&lt;br /&gt;Faz-lhe um afeto&lt;br /&gt;Ensaiam dueto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abre o livreto&lt;br /&gt;Pinça tema bem seleto&lt;br /&gt;Provoca um minueto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delira a plebe em sueto&lt;br /&gt;Chega mais o Aniceto&lt;br /&gt;Traz também seu Rigoletto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora já é um quarteto&lt;br /&gt;Cada qual com seu folheto&lt;br /&gt;Todos num só projeto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobe a música do gueto&lt;br /&gt;Canta a lira do Gepeto&lt;br /&gt;Raspa e vibra o reco-reco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O festeiro é o Bebeto&lt;br /&gt;Com ele nada é secreto&lt;br /&gt;Não tem hora não tem teto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobe rojão como espeto&lt;br /&gt;No céu escreve o epiteto&lt;br /&gt;Para o amigo predileto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem culto nem analfabeto&lt;br /&gt;Muito menos um ser abjeto&lt;br /&gt;Viveu e morreu Anacleto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-2471844574941573193?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/2471844574941573193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/mestre-anacleto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2471844574941573193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2471844574941573193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/mestre-anacleto.html' title='Mestre Anacleto'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-4391677424205136572</id><published>2010-11-24T08:54:00.000-08:00</published><updated>2010-11-24T09:04:47.646-08:00</updated><title type='text'>Conexão Latina</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TO1FpVsnrEI/AAAAAAAAABw/rrPJhpiy-1U/s1600/Jair_Rodrigues_by_Ike_Levy%255B1%255D.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 315px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TO1FpVsnrEI/AAAAAAAAABw/rrPJhpiy-1U/s320/Jair_Rodrigues_by_Ike_Levy%255B1%255D.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543163292864195650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                 O talento e a alegria de Jair Rodrigues no Memorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Intérprete &lt;em&gt;sui generis&lt;/em&gt;, há mais de 50 anos na estrada, Jair Rodrigues é o convidado especial do ultimo show da série Conexão Latina, nesta sexta-feira, 26, no Memorial da América Latina. Antes que ele suba ao palco do auditório Simon Bolívar, o samba dá passagem para a tradicional salsa da Orquestra Lyra Latina, ritmo originado em Cuba e consagrado em Nova Iorque na mesma época em que surgia a bossa nova no Brasil.&lt;br /&gt;    O repertório da Lyra Latina faz a releitura dos clássicos dos principais criadores dessa expressão musical e o seu ritmo  é um convite irresistível para bailar. A orquestra é integrada por oito músicos sob direção do saxofonista Sérgio Lyra, precursor da salsa em São Paulo.&lt;br /&gt;    A surpresa da noite é o improviso que a qualquer momento do espetáculo será proporcionado quando Jair Rodrigues se conectar ao grupo de salsa para inusitado diálogo musical entre os dois ritmos. Pode ser em “Deixa isso pra lá”, que abre a apresentação de Jair – registro inesquecível na parceria que fez com Elis Regina.&lt;br /&gt;    Talvez em “Aquarela do Brasil’, quem sabe em “Você abusou”, “Disparada”, “A majestade, o sabiá’, “Tristeza”...Afinal, Jair Rodrigues vai cantar 13 músicas, todas de primeira linha do seu extenso repertório. De repente, também pode arriscar um dueto com a Lyra Latina em “Malaguena”, por exemplo. &lt;br /&gt;   Seja como for, não faltarão o talento e a alegria desse intérprete que já escreveu seu nome entre os grandes da MPB.  (DP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço&lt;br /&gt;Conexão Latina: Orquestra Lyra Latina &amp; Jair Rodrigues&lt;br /&gt;Sexta, 26 de novembro, às 21h&lt;br /&gt;Auditório Simon Bolivar&lt;br /&gt;Ingresso: R$ 30,00 e meia entrada &lt;br /&gt;Bilheteria do Memorial (portão 13) : dias 25, das 14h às 19h, e 26, a partir das 14h&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-4391677424205136572?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/4391677424205136572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/conexao-latina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/4391677424205136572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/4391677424205136572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/conexao-latina.html' title='Conexão Latina'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TO1FpVsnrEI/AAAAAAAAABw/rrPJhpiy-1U/s72-c/Jair_Rodrigues_by_Ike_Levy%255B1%255D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-3710224934014245247</id><published>2010-11-22T08:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T08:33:21.884-08:00</updated><title type='text'>Imagem sem maquiagem</title><content type='html'>Até pouco tempo era comum ouvir-se que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Se a expressão, usada a cântaros,  já destoava dos princípios da semiótica, o advento da Internet e a evolução das ferramentas tecnológicas cuidaram de dar outras conotações àquele jargão. Se a imagem vem ganhando piques (e pixels) de alta resolução e qualidade, não é menos verdade que os recursos para  formatar o texto têm sido cada vez mais generosos, abrangentes e  acessíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa modernidade está à mão para facilitar a vida dos comunicadores, quer no campo do marketing, das várias mídias e dos jornalistas que fazem Assessoria de Imprensa. Então, com tantas facilidades, menos dificuldades nas relações com o usuário final, certo? Só até a página nove. Por que, em se tratando daquela outra “imagem” – a que fica na retina crítica do público -  o buraco é mais embaixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas, da área privada ou governamental, estão sujeitas a ruídos de comunicação se não forem transparentes na divulgação de suas ações e/ou produtos e na formulação de  estratégias corretas para correção de rumos quando isso se fizer necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituições que “vendem” entretenimento estão mais expostas a ranhuras em sua imagem por que, de certa forma, os “produtos” que oferecem normalmente são destinados a públicos distintos e, portanto, exigem que sua divulgação seja pontual, dirigida. A Assessoria de Imprensa é abastecida por várias fontes e precisa consolidar essa matéria prima em informação linear. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pode haver dúvida de informação no texto final, que será divulgado aos jornais, rádio, tevê e web. Por isso, a primeira ação da Assessoria de Imprensa deve ser profilática: checar a possibilidade de alteração na programação em relação a data, horário, local, participantes, bilheteria, acesso ao público etc. Uma vez disparado o texto, torna-se desgastante, para não dizer “mico”,  reenviá-lo com a correspondente “errata”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois exemplos com grau de ressonância diferentes. A Assessoria de Imprensa está pronta para iniciar a divulgação de um aguardado show com artistas famosos. O evento é gratuito e a expectativa de público é de casa cheia.  No rodapé do texto, onde vão as informações de serviço, deve ficar clara a forma de acesso das pessoas: haverá distribuição antecipada dos ingressos ou as pessoas entram pela ordem de chegada? &lt;br /&gt;Problema aparentemente banal, mas, imagine centenas de pessoas debaixo de um sol escaldante sem ter absoluta certeza de que vai  conseguir entrar.  Isso gera ruídos desagradáveis que, potencializados, afetam a imagem da instituição no quesito de organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro caso, este grave:  jornalista tinha na pauta a cobertura de uma exposição de arte contemporânea e foi até a galeria conferir o trabalho do artista. Tarde  de verão, calor insuportável no recinto, risco de deteriorar as obras ali expostas.  Não tendo encontrado quem lhe desse explicações para aquela falha, no dia seguinte elogiou as obras do artista e fez críticas contundentes ao “descaso” da instituição. O problema: a tubulação do ar condicionado se rompera, a pessoa responsável comunicou ao seu diretor mas este não retransmitiu a informação à Assessoria de Imprensa. Um caso típico em que a emenda certamente ficaria pior que o soneto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: a pior crise que uma empresa/instituição enfrenta é aquela em que sua credibilidade fica arranhada. Que o digam as montadoras de carros com os seus cada vez mais frequentes “recall’. O cenário ideal nesse aspecto da comunicação é ruído zero. Nas instâncias de governo, onde o telhado é sempre de vidro, a figura do ouvidor exerce papel fundamental para as relações com a população, a imprensa e demais poderes constituídos. O ouvidor (ou ombudsman) é instrumento que vem tendo curva ascendente de inclusão na estrutura das grandes empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro mecanismo prático e funcional é o clipping de notícias – não mais aquele anacrônico calhamaço de papel, mas o virtual que o cliente recebe por Internet em sua mesa de trabalho logo pela manhã. Processo simples que dá à Assessoria de Imprensa as referências e os sinais do que pode interferir na sua agenda de trabalho – e, de preferência, priorizando aquelas que podem ser chamadas de notícias negativas. Prevenir, antecipando-se a possíveis dores de cabeça, ainda é o melhor remédio!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-3710224934014245247?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/3710224934014245247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/imagem-sem-maquiagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/3710224934014245247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/3710224934014245247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/imagem-sem-maquiagem.html' title='Imagem sem maquiagem'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-4110955944991756572</id><published>2010-11-16T13:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:38:15.273-08:00</updated><title type='text'>Freaking</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TOL4r0vW7_I/AAAAAAAAABE/9bbyLTNH9SI/s1600/rei%2Be%2Brainha.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TOL4r0vW7_I/AAAAAAAAABE/9bbyLTNH9SI/s320/rei%2Be%2Brainha.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540263923394473970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O gelo molhou-lhe o cabelo&lt;br /&gt;Sutil, escorreu-lhe pelo grelo&lt;br /&gt;Aquilo não era comum no castelo&lt;br /&gt;Mas o rei tinha um libelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que fizesse por zelo&lt;br /&gt;Porém, usava como apelo&lt;br /&gt;Sabia que um simples selo&lt;br /&gt;Não o tiraria daquele novelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia ainda um gesto singelo&lt;br /&gt;A mensagem gravada no anelo&lt;br /&gt;Trazida pelo eunuco de Otelo&lt;br /&gt;Que a rainha chamava de Belo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decifrado o enigma, ao prelo&lt;br /&gt;Por que já se faz tarde e o amarelo,&lt;br /&gt;Do fim do dia, prenuncia o duelo&lt;br /&gt;Dessa história de rima e sem paralelo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-4110955944991756572?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/4110955944991756572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/freaking.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/4110955944991756572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/4110955944991756572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/freaking.html' title='Freaking'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TOL4r0vW7_I/AAAAAAAAABE/9bbyLTNH9SI/s72-c/rei%2Be%2Brainha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-6125948311784792243</id><published>2010-11-12T11:42:00.000-08:00</published><updated>2010-11-12T12:16:52.426-08:00</updated><title type='text'>A lista de Sendler</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TN2gg5Yn9CI/AAAAAAAAAA8/YEIiP9Pcisw/s1600/irena%2Bsendler%2Boficial.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 151px; height: 166px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TN2gg5Yn9CI/AAAAAAAAAA8/YEIiP9Pcisw/s320/irena%2Bsendler%2Boficial.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538759603755938850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Internet é ferramenta que tudo permite. Cai de tudo na rede. Muita coisa é porcaria. Cabe a cada um filtrar o que lhe interessa. E é disso que trata a mensagem que acabo de receber do meu amigo Cyrilo Luciano Gomes, filho do saudoso professor Nicanor dos nossos tempos de adolescente em Assis.&lt;br /&gt;Pois o Luciano está replicando o texto que circula na rede mundial com a história de Irena Sendler,  polonesa que morreu aos 98 anos em 12 de maio de 2008.  Vou resumir o email, que é longo e  carece de algumas correções históricas e de tradução. Tio Gugol e tia Wiki estão nessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria já ouviu falar ou assistiu ao filme  e sabe quem foi Schindler, o alemão que “comprou” a liberdade de 1.100 judeus, e cuja história acabou em filme. Pois a polaca Irena Sendler salvou a vida de 2.500 crianças, foi perseguida, torturada e condenada à morte. Sobreviveu e, mesmo depois do que fez, terminada a guerra, continuava a se sentir com a consciência pesada por achar que poderia ter salvado muito mais crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha de médico, formada assistente social, na época em que os nazistas tomaram Varsóvia, em 1939, Irena se integrou como voluntária ao comitê de ajuda aos judeus (chamado de Zegota) e conseguiu autorização dos alemães para trabalhar no setor de doenças contagiosas. Temerosos de uma epidemia de tifo, os invasores permitiam que os poloneses tomassem conta daquela ala sanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pos em prática seu plano depois de conversar com as famílias das crianças. Primeiro, transportava-as de ambulância para fora do hospital, simulando que estavam com tifo. Depois, as escondia em sacos de lixo, de batatas, caixotes, e em embalagens de produtos de limpeza, e as levava em sua caminhonete. Diz a lenda que, nessas idas e vindas, tinha como ajudante estratégico um cachorro que havia adestrado para latir somente quando passasse pelos soldados nazistas.&lt;br /&gt;Descoberta, foi torturada mas jamais entregou os nomes das crianças ou de suas colaboradoras. Condenada à morte,  há duas versões controversas que narram como ela sobreviveu. Numa, um soldado alemão simulou que a interrogaria novamente, levou-a para fora das muralhas da prisão de Pawiak e mandou que ela corresse para a liberdade. Na manhã seguinte, o nome do soldado estava  na lista dos executados do dia  pela Gestapo. Noutra versão, os dirigentes da Zegota (o comitê de ajuda aos judeus) teriam subornado os soldados alemães, que colocaram o nome de Irena na lista dos executados. Solta, ela passou a viver na clandestinidade até o final da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças conheciam Irena pelo codinome de Jolanta. Ela escreveu seus nomes  em listas que guardou em dois potes de vidro e os enterrou no jardim de uma casa vizinha. Quando a guerra acabou, Irena entregou as listas a Adolf Berman, o primeiro dirigente do Comitê de Salvação dos Judeus Sobreviventes. E ali começava outro drama. A maioria das famílias daquelas crianças havia sido executada nos campos de concentração. As crianças foram adotadas ou levadas para orfanatos e, depois, enviadas para a Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A identidade de Irena Sendler começou a ser revelada em 1965, quando recebeu a medalha “Justo entre as Nações do Mundo”,  conferida pelo Instituto Yod Vashem a estrangeiros que salvaram os judeus das atrocidades da Segunda Guerra Mundial. Um homem viu a foto dela e lhe disse ao telefone: “Lembro-me de sua cara. Foi você quem me tirou do gueto”. A partir daí, outras “crianças” fizeram o mesmo e  eles puderam rever a heroína que os salvara.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas só em 1999, quando a Internet ainda engatinhava, é que o mundo começou a  conhecer a história dessa mulher que resgatou 2.500 crianças do extermínio nazista. Numa escola protestante da zona rural do Kansas (EUA), quatro alunas se uniram para pesquisar a vida de pessoas que, como o soldado alemão da Lista de Schlinder, ajudaram a salvar judeus da morte. A sugestão do professor de História, tirada de um recorte de jornal, incluía o nome de Irena Sendler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas acabaram indo ao encontro de Irena, então com 90 anos, e o trabalho resultou na peça de teatro, &lt;em&gt;A vida num pote de vidro&lt;/em&gt;, que rodou os Estados Unidos, Europa e chegou na Polônia. O estupendo nisso tudo é que, em 2001 havia apenas uma citação de Irena na Internet. Menos de 10 anos depois, nesse exato momento, são mais de 100 mil referências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, um ano antes de sua morte, o governo da Polônia e o Estado de Israel apresentaram a candidatura de Irena Sendler para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz. Quem ganhou foi o vice-presidente dos EUA, Al Gore, por sua luta em defesa do meio-ambiente. Em 2009, a história dessa mulher incrível, que ficou conhecida como a Mãe das Crianças do Holocausto ou O Anjo do Gueto de Varsóvia, foi levada para a televisão nos EUA. O Corajoso Coração de Irena Sendler ainda não passou por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-6125948311784792243?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/6125948311784792243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/lista-de-sendler.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/6125948311784792243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/6125948311784792243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/11/lista-de-sendler.html' title='A lista de Sendler'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nNhSr7QWcFc/TN2gg5Yn9CI/AAAAAAAAAA8/YEIiP9Pcisw/s72-c/irena%2Bsendler%2Boficial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-2207803191087782623</id><published>2010-10-17T07:53:00.001-07:00</published><updated>2010-10-17T07:53:59.055-07:00</updated><title type='text'>Necró</title><content type='html'>Na horta, a moça morta&lt;br /&gt;Tinha um golpe na aorta&lt;br /&gt;Pela porta via-se&lt;br /&gt;Que ela estava torta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado dela uma corda&lt;br /&gt;Mas quem se importa&lt;br /&gt;Se a moça já estava morta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sirene anuncia a polícia&lt;br /&gt;Quer saber da notícia&lt;br /&gt;Mas padece de malícia&lt;br /&gt;E pouco sabe de perícia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bisturi risca e corta&lt;br /&gt;O sangue jorra pela aorta&lt;br /&gt;É tarde, Inês é morta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-2207803191087782623?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/2207803191087782623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/10/necro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2207803191087782623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2207803191087782623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/10/necro.html' title='Necró'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-2900368066120608192</id><published>2010-08-04T10:20:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T10:29:49.419-07:00</updated><title type='text'>Rapsódia -  1º adágio</title><content type='html'>Muito Prazer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não me conhece&lt;br /&gt;Não sabe de onde venho,&lt;br /&gt;Nem saca prondequivou.&lt;br /&gt;Não sabe mesmo quem sou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, prestatenção&lt;br /&gt;Bota olho nessas rimas&lt;br /&gt;Vou lhe dizer quem soy yo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quiser saber&lt;br /&gt;Tô me lixando biju&lt;br /&gt;Tô nem aí...sáporque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sou isto e sou aquilo&lt;br /&gt;Sou tudo, e tudo que sei&lt;br /&gt;Como diz o velho filó Platão&lt;br /&gt;É que sei que nada sei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o diabo do pão amassado&lt;br /&gt;O berço que balança a mão&lt;br /&gt;Uma idéia na mão&lt;br /&gt;E uma câmera na cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou razão e também sou emoção&lt;br /&gt;Sou pedra dura tanto bate até que fura&lt;br /&gt;Sou o guardião da fertilidade&lt;br /&gt;E da santa sé das putas virgens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou libélula, sou lagarto&lt;br /&gt;Sou verdade, sou mentira&lt;br /&gt;Sou alter, sou ego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou cego, sou vidente&lt;br /&gt;Sou a mosca, sou Raul&lt;br /&gt;Sou Zé ninguém, sou poder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou tangível, sou invencível&lt;br /&gt;Sou negro, sou branco&lt;br /&gt;Sou pateta, sou sagaz&lt;br /&gt;Sou a sombra, sou a luz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou legal, mas imoral&lt;br /&gt;Sou vital, também fatal&lt;br /&gt;Sou demais, sou quase pouco&lt;br /&gt;Sou vereda e sou sertão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o que sou&lt;br /&gt;Sou dual&lt;br /&gt;fundamental&lt;br /&gt;Sou normal&lt;br /&gt;-------------------------------&lt;br /&gt;Sou a flor e sou o espinho&lt;br /&gt;Sou animal, sou vegetal&lt;br /&gt;Sou a ânsia de viver! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou vilão, sou herói&lt;br /&gt;Hei malandro! sou honesto&lt;br /&gt;Se liga jacaré&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou sabido..e apedeuta&lt;br /&gt;Sou pecador mon ami&lt;br /&gt;Mas também sei ser careta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a vã filosofia&lt;br /&gt;A atitude perdida&lt;br /&gt;O luar do céu de chumbo&lt;br /&gt;A dor do parto adiado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a perfeição em pessoa,&lt;br /&gt;A fina flor do cortiço&lt;br /&gt;O Abel que ferrou Caim&lt;br /&gt;O Maquiavel de plantão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou mel na sopa,&lt;br /&gt;Veneno na alma&lt;br /&gt;A luz no fim do túnel&lt;br /&gt;O abraço do traidor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a esperança perdida&lt;br /&gt;O xis da questão insolúvel&lt;br /&gt;A pomba da paz.&lt;br /&gt;E a bomba de Hiroshima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou sim, mas quem não é?&lt;br /&gt;Sou o brado retumbante&lt;br /&gt;A corda e a caçamba&lt;br /&gt;O último sopro da vela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O calcanhar de Aquiles&lt;br /&gt;O frio da madrugada&lt;br /&gt;O calor da menopausa&lt;br /&gt;E o berro do velho Quincas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacô, mano velho?&lt;br /&gt;Já sabe com quem tá falando?&lt;br /&gt;Teje preso mermão&lt;br /&gt;Que o bicho vai pegar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se ficar o bicho come,&lt;br /&gt;Diz o dito popular&lt;br /&gt;Sou marrudo fico aqui&lt;br /&gt;Sou covarde dou no pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem não é???&lt;br /&gt;Causa e efeito,&lt;br /&gt;O punhal do Brutus,&lt;br /&gt;O gatilho que ferrou o Kennedy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------&lt;br /&gt;Sou o que sou&lt;br /&gt;Sou dual&lt;br /&gt;fundamental&lt;br /&gt;Sou normal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou lâmpada e mariposa&lt;br /&gt;Estrela decadente&lt;br /&gt;Sou tirano e soberano&lt;br /&gt;Sou papel de embrulhar pão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também sou o esterco da vaca&lt;br /&gt;O esbórnio da humanidade&lt;br /&gt;A mãe da desgraça eterna&lt;br /&gt;E o brucutu da caverna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabem o que mais eu sou?&lt;br /&gt;Sou a forma e o conteúdo&lt;br /&gt;Impossível pero improvável&lt;br /&gt;Sou flexível...vergo mas não quebro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou Macunaíma...mas também&lt;br /&gt;Sou Casanova e quinta coluna&lt;br /&gt;Sou Bob Marley e Jane Joplins.&lt;br /&gt;Sou uma brasa, mora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou tanto e nada sou&lt;br /&gt;Pegadas na areia,&lt;br /&gt;Sexo sem orgasmo,&lt;br /&gt;Prazer e dor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, but not least,&lt;br /&gt;Sou a continuidade,&lt;br /&gt;O elo da humanidade&lt;br /&gt;E o capítulo seguinte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, gravando no três&lt;br /&gt;E chamando comerciais&lt;br /&gt;Um...Dois...Três&lt;br /&gt;Everybody náu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o que sou&lt;br /&gt;Sou dual&lt;br /&gt;fundamental&lt;br /&gt;Sou normal...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-2900368066120608192?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/2900368066120608192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/08/rapsodia-1-adagio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2900368066120608192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/2900368066120608192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/08/rapsodia-1-adagio.html' title='Rapsódia -  1º adágio'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-1368442155008896294</id><published>2010-07-03T06:10:00.001-07:00</published><updated>2010-07-03T06:35:32.721-07:00</updated><title type='text'>Por quem choram as vuvuzelas</title><content type='html'>Treino é treino, jogo é jogo. Meninos treinam, homens jogam, digo eu.  Mestre Didi Folha Seca, autor da frase inicial,  teria sido um dos críticos mais ferozes da indigência técnica por que passa o futebol brasileiro, evidenciada pelo fracaso na África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, sem surpresa. Foi, como diria Gabriel Garcia Marques, a crônica da morte anunciada. E, curioso, a expectativa para o jogo contra os holandeses parecia anunciar o desastre. A cidade se esvaziou, como se as pessoas tivessem se recolhido em casa para ver o jogo e não dividir o anunciado desastre com os colegas de trabalho.&lt;br /&gt;As malditas vuvuzelas emudeceram. E uma ou outra, alhures, soprava como o boi mugindo triste a caminho do cadafalso. Era vísivel a falta de confiança do torcedor nessa seleção (sic!). Houve um laivo de ilusão quando o time do Dunga ganhou do Chile, velho freguês continental. Levo ivo engano. Até o jornal que se gaba de dizer que não dá prá errar, antecipou a despedida do Brasil em anúncio de um dos patrocinadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi só questão de horas. Nem mesmo o mais fanático torcedor punha fé. Os nacionalistas - seja lá o que isso signifique nos dias de hoje - ficaram de luto. Luto de araque. Os jornais sequer tiveram criatividade para descrever a derrocada.  A melhorzinha foi publicada pelo Diário do Povo, de Campinas: Gostou, Dunga!?.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-1368442155008896294?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/1368442155008896294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/07/por-quem-choram-as-vuvuzelas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/1368442155008896294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/1368442155008896294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/07/por-quem-choram-as-vuvuzelas.html' title='Por quem choram as vuvuzelas'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-8440379312093106510</id><published>2010-06-18T11:00:00.000-07:00</published><updated>2010-06-18T12:47:16.797-07:00</updated><title type='text'>Cavaquinho? Este é o cara!</title><content type='html'>Showman, ícone de Conservatória estréia em São Paulo dia 24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome dele é Ronaldinho do Cavaquinho. Depois de Waldir Azevedo, que por muitos anos foi fera com essas cordas, ele “é o cara” da vez.O moço pisa nos palcos de São Paulo pela primeira vez. Vem de um lugar que muitos paulistas conhecem, freqüentam e voltam sempre: Conservatória, um povoado de não mais que 4 mil almas, um “pedacinho do céu”  encravado no vale do Rio Bonito, na serra fluminense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a Pasárgada de Ronaldinho. Afinal, lá ele é o rei. O rei da noite, que nos fins de semana reúne a sua corte de amigos,convidados e turistas de todos os lugares do sudeste brasileiro – e como tem gente de Sampa por lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que herdeiro musical de Waldir Azevedo? A própria viúva do mestre foi vê-lo no Tributo a Waldir Azevedo e, arrepiada pela semelhança de estilo, chegou à conclusão de que estava diante da “presença viva” do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o showman que estará dia 24 no Banespa, onde se apresenta com seu regional - João Rafael (pandeiro), Wellington Monteiro (cavaquinho de centro) e Gabriel Oliveira (violão) dentro do Happy Hour Quinta Espetacular.&lt;br /&gt;Serão duas horas de show, em que Ronaldinho tocará músicas dos seus quatro CDs: Nós no choro (autoral), Nós no choro – Originalmente, choro!,  Pétalas de MPB e Sentimento. Também vai contar causos e cantar sambas de breque, seu hobby.Quem for assisti-lo reviverá os momentos mágicos das suas apresentações em Conservatória, distrito de Valença, Rio de Janeiro, onde é tido como ícone. Nesse lugarejo,tido como a capital mundial da seresta,  ele comanda a Serenoite, uma reunião musical às sextas e sábados, na Travessa Geralda Fonseca, também conhecida como Rua da Seresta ou Beco da Felizarda, onde desfilam músicos e cantores, sem roteiro pré-determinado, que congraça público e intérpretes em torno da paixão pela música genuinamente brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem o outro lado do artista autodidata: Ronaldinho organiza e pilota, há três anos, encontros musicais com crianças e jovens de projetos sociais e da rede pública, visando estimular o aprendizado de um instrumento, melhorar a sua autoestima, além de despertar a garotada para a música de qualidade. Esses trabalhos são a contrapartida social aos eventos culturais que produz de acordo com as leis de incentivo (ICMS e Rouanet).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, eis aí uma boa pedida para a quinta, 24. Vamulá!&lt;br /&gt;É no Banespa (Avenida Santo Amaro, 5355, Estacionamento Rua São Sebastião, 276, Portaria 4, Brooklin – Fone: 5536-8280 / 81 / 82)Ingressos: R$ 15 e R$ 10 (sócios)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-8440379312093106510?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/8440379312093106510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/cavaquinho-este-e-o-cara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/8440379312093106510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/8440379312093106510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/cavaquinho-este-e-o-cara.html' title='Cavaquinho? Este é o cara!'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-5366086330629023079</id><published>2010-06-10T13:03:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T13:10:03.874-07:00</updated><title type='text'>Cartas na Mesa</title><content type='html'>Jornalista de carteirinha amarelada, sempre me chamou a atenção o pouco espaço dedicado pelos jornais às colunas de leitores e, em alguns casos, da edição mal-feita que distorce o entendimento da correspondência. Claro, o espaço – o tamanho do texto – deve ser limitado para que o maior número de pessoas possa ser atendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui em São Paulo a nova e arejada direção do Diário de S. Paulo entendeu o recado e abriu quase toda a página 2 para seus leitores. Louvável. Nesse quesito, porém, os jornais da nossa valorosa imprensa regional dão de goleada. Falo de cadeira porque também sou clipador de jornais e leio diariamente  pelo menos 30 dos principais do interior de São Paulo.  Essa rotina do meu lado profissional sugere e vou iniciar, a partir de agora, a publicação de cartas de diferentes jornais de várias regiões do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que será ótimo exercício para conferir o que há de convergência entre regionalização e globalização, tema do jornalista Wilson Marini na sua última coluna Contexto Paulista, que ele escreve duas vezes por semana para 14 jornais regionais da APJ. Um trechinho do que nos interessa:&lt;br /&gt;O futurólogo John Naisbitt, em seu clássico Megatrends, lançado no enigmático ano de 1984, antecipou uma mudança de comportamento nas cidades de todo o mundo que seria notada mais claramente no Interior de São Paulo nos últimos 10 anos com os efeitos da globalização.&lt;br /&gt;Dizia Naisbitt que as pessoas passariam a viver uma espécie de "estado geográfico mental". Era a antevisão das chamadas comunidades virtuais, agora cada vez mais partilhadas. Quando Naisbitt fez essa previsão, ainda faltavam dez anos pelo menos para o início da era da Internet  e da telefonia celular -- dois dos paradigmas que marcam fortemente o modelo atual de informações e interatividade (Para quem quiser ler a íntegra: &lt;a href="http://www.apj.inf.br/detalhe_post_destaque.php?codigo=122"&gt;http://www.apj.inf.br/detalhe_post_destaque.php?codigo=122&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÀS CARTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JORNAL DE JUNDIAI (Opinião, 09/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DETALHE FAZ A DIFERENÇA&lt;br /&gt;No jornal de domingo, 6, mais especificamente na coluna Letras, de autoria do editor-chefe, Sidney Mazzoni, estava escrito, no item "Três Toques", que um jovem drogado deu entrada em um hospital da região após tentar suicídio. No texto o editor-chefe escreveu que "a corda quebrou e ele só machucou o pescoço. Foi medicado e liberado. Horas depois, tentou de novo. A corda não quebrou."  Como assim, a corda "quebrou"? Que eu saiba, corda não quebra, e sim, arrebenta. Me espantei ao ler o texto, uma vez que a única corda que se quebra, que eu saiba, é a de violão, e no texto não estava especificado que tipo de corda era. E imagino que o rapaz não tenha tentado se matar com uma corda de violão.Alex FerreiraNR: Caríssimo: comovente seu apreço pelo detalhe sobre a ´quebra´ da corda, que retardou o suicídio do jovem drogado. Realmente é de causar ´espanto´. Afinal, é extremamente relevante saber se a corda quebrou ou arrebentou. Isso muda tudo. As razões que levaram o jovem ao suicídio - ou se ele deveria ou não ter ficado no hospital ao invés de liberado, creio, pouco ou nada importam a você. É apenas um ´detalhe´.  Importante é saber se a corda quebrou ou arrebentou, não é mesmo senhor Alex Ferreira?Sidney Mazzoni (Editor-Chefe do JJ Regional e autor de Letras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRIBUNA IMPRESSA/ARARAQUARA (02 de junho de 2010 às 22h57)&lt;br /&gt;Jose Roberto do Carmo Bosso disse:&lt;br /&gt;Gostaria de agradecer ao Conselho sobre drogas e a Prefeitura de Araraquara pelo empenho em trazer para cidade a peça teatral "AINDA". Pena que foi única apresentação, mas valeu, serviu para refletirmos de como estamos agindo em relação aos nossos filhos. Peço Se possível que repitam a dose e a divulgação seja maior. Muito Obrigado pela oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA DA REGIÃO/ARAÇATUBA (DOS LEITORES – 10/06)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vergonha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores vereadores o que está acontecendo? Tirem o rabo da cadeira e tomem providências, dê respeito os munícipes e ao funcionalismo público e respeitem a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, pois estamos  indignados, e é como a deputada estadual Cidinha Campos (RJ) citou: a&lt;br /&gt;corrupção deste País está no DNA dos políticos e não esqueçam, senhores&lt;br /&gt;vereadores e em especial ao senhor prefeito, que faltam menos de três anos para a farra acabar, e depois não venha dizer para campanhas políticas em moral. Porque para ocupar um cargo público tem que ter notório saber e reputação ilibada, os senhores sabem o que é isso. João Marcello Rodrigues, funcionário público, Araçatuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TRIBUNA/SANTOS (Do Leitor, 10/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estação Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei muito emocionada ao ser recebida por Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, entre outros mitos da nossa história, na inauguração da Estação Santos, no Centro Histórico de Santos. Confesso que, ao ser convidada por uma amiga, achava que ia conhecer mais uma casa de eventos, mas percebi que o investimento resgata nossa história. Agradeço e parabenizo aos idealizadores da Estação Santos pela noite memorável. MARIA ALICE COIMBRA - SANTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIÁRIO DO GRANDE ABC (TRIBUNA DO LEITOR, 09/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mundo inteirinho grita contra atitudes ditas ‘violentas’ de Israel a embarcações semana passada. Mas fica a pergunta: como você se defenderia  com vizinho que vive te atormentando, ameaçando, se armando de mísseis para atingir sua casa e prometendo te varrer do mapa? Beatriz Campos – Capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREIO POPULAR/CAMPINAS (CORREIO DO LEITOR, 10/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mancha de óleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habib Saguiah Neto&lt;br /&gt;Aposentado, Marataízes (ES)&lt;br /&gt;As imagens dos pelicanos encharcados de petróleo nas praias do Golfo do México são de entristecer, sobretudo na semana em que se comemora o Dia do Meio Ambiente, cada vez mais desdenhado ou ignorado. Estranho como um país do quilate tecnológico como os Estados Unidos ainda não descobriu uma fórmula para conter esse vazamento! Talvez se surgisse apenas um boato de que naquela tubulação estivesse saindo bombas do talibã, o vazamento já estaria contido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMÉRCIO DA FRANCA (OPINIÃO, 10/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É louvável o esforço e o incentivo que a prefeitura de Ibiraci tem feito para que seus estudantes tenham acesso ao ensino superior. Trata-se de meta do governo federal que, ao que podemos ver, surte efeito nos mais variados cantos do País. Este benefício é muito importante para quem o recebe e possibilita a elas poderem sonhar e buscarem um futuro melhor. Já foi provado que a educação é o caminho para mudar uma nação. Espero que estes incentivos continuem.João RobertoIbiraci – MG&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O VALE/S. JOSÉ DOS CAMPOS (CARTA DO LEITOR, 09/06/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lombadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Vale do Paraíba, em diversas cidades como Taubaté e Pinda, existem inúmeras lombadas para que se diminua a velocidade.  Só que a maioria dessas lombadas, além de não terem um padrão, no caso serem da mesma&lt;br /&gt;altura, não são totalmente visíveis, principalmente  à noite. Tem que se ter solução para que elas sejam pintadas ou que se coloque algo definitivo para&lt;br /&gt;que se tenha visão delas. Não sou contra as lombadas, porque realmente elas evitam alta velocidade, mas tem que sempre estarem bem visualizadas.&lt;br /&gt;Acontecem acidentes devido a essas lombadas não serem sinalizadas&lt;br /&gt;corretamente. As prefeituras é que deveriam ser multadas por essas lombadas incorretas e não só multar os carros. Deve ser feita uma sinalização definitiva e não só pintarem elas de amarelo na é poça de eleições. MANOEL LUIZ DA SILVA TAUBATÉ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-5366086330629023079?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/5366086330629023079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/cartas-na-mesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/5366086330629023079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/5366086330629023079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/cartas-na-mesa.html' title='Cartas na Mesa'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-1805644611184610706</id><published>2010-06-09T12:30:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T12:31:39.868-07:00</updated><title type='text'>Prosaicas</title><content type='html'>A vida é bela, costuma dizer o jornalista e escritor &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Joaquim Maria Botelho&lt;/span&gt; (JMB), que no dia 16 receberá amigos e convidados para o lançamento do seu livro Redação Empresarial Sem Mistérios, da Editora Gente. Recém empossado como presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), JMB traz o DNA da veneranda escritora &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ruth Guimarães&lt;/span&gt;, ícone da literatura do Vale do Paraíba para São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                    ***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se a vida é mesmo bela como gosta de bordejar o JMB. Mas, considerando que ele é um sujeito espirituoso, frasista, otimista incorrigível, diria até que aprendiz de humorista, pode ser que essa muleta seja o seu bordão de cabeceira e funcione como graxa para sua auto-estima. E talvez porque este patuá seja bom é que as prosas com o Joaquim sempre são prazeirosas, produtivas. Algo que nos dias de hoje é avis rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que me esqueça: o lançamento do livro dele será às 19h naquela butique de livros chiquésima que os franceses trouxeram para SP, a Fnac, no 901 da mais paulista das nossas avenidas, assim batizada pelo considerado e competente repórter &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Luis Carlos Gertel&lt;/span&gt;, da Rádio Bandeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                     ***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz esses prolegômenos falando do Joaquim para dar tratos à bola em torno de um costume ainda não arraigado nesse pedaço da América Latina e que atende pelo verbete ler, especialmente naquela parte em que Houaiss assim o define: dedicar-se, entregar-se à leitura como hábito ou como paixão.  O costume de ler constrói a porta de entrada para a observação pontual do que nos rodeia – aquilo que leva o homem a mentalizar, a memorizar, enfim, a apreender e a aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puxando o fio da meada: pesquisa de dois anos atrás – não vi nada mais recente - informa que quase metade da população brasileira continua sem o mínimo tesão para ler livros. Ok, nada de novo no quartel de Abrantes. Ouço Stephen Kanitz criticando o obsoletismo pedagógico dos livros escolares. Vejo, ao mesmo tempo, algumas escolas investindo (por iniciativa própria) em projetos que levam o jornal para a sala de aula. Há, ainda, iniciativas de jornais em várias cidades brasileiras, que trabalham em sinergia com as escolas – em São Paulo, por exemplo, Piracicaba, Campinas, Santos, Araçatuba, Sorocaba. Outro dia volto a esse tema para falar do Jornal da Classe, projeto que acabo de desenvolver e que torna possível multiplicar, a custo quase zero, o acesso de toda a rede escolar de SP (professores e alunos) à leitura dos jornais diários.&lt;br /&gt;                                                         ***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parafraseando a letra de Bailes da Vida, do Milton Nascimento, a leitura tem de ir aonde o povo está. Não há demanda sem oferta. Ou, como dizia minha tia-avó, não há leite sem vaca. A expansão das bibliotecas públicas, como a que foi recentemente inaugurada no Parque da Juventude, é um avanço nesse sentido. Uma bela obra, muito mais importante do que uma escola de dança. Mas, para ficar apenas na capital de São Paulo, ainda é muito pouco.&lt;br /&gt;A falta de oferta mais generosa prejudica tanto quem gosta e procura livros quanto os que não têm onde buscá-los. Ah, mas o Acessa São Paulo é uma solução. Não, ainda não. É, de fato, belo programa, que já cadastrou cerca de 2 milhões de usuários em praticamente todo o território paulista. Poderia ser muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vai aqui nenhum tipo de crítica ao programa, que considero uma bela sacada mesmo que, noves fora, possa ter sido gestada a partir de um insight marqueteiro do governo. E não sei se foi o caso. O fato é que ofereceram a sobremesa quando ainda não havia sido posta nem a entrada do prato principal. Para usufruir de ferramentas modernas é preciso ter o fundamental. Digamos assim: se antes de inventar o Acessa SP o governo tivesse esparramado bibliotecas pelo estado inteiro, dois anos depois certamente colheria frutos de muito mais sustança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabem o que é mais acessado na rede do Acessa SP? O Orkut. É o que diz a última pesquisa sobre o perfil dos usuários, tabulada em 2008. Nada contra. Embora tida como cultura inútil, a leitura de determinados sites de relacionamento não passa disso mesmo. E talvez seja por isso que o orkut esteja perdendo terreno no universo das redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à vaca fria. Acabo de saber pelo Joaquim Maria Botelho que a UBE deve lançar, brevemente, um concurso de contos, poesias e crônicas sobre Direitos Humanos. E no próximo dia 17, na Biblioteca de São Paulo, o escritor Cláudio Willer faz palestra que terá como tema O Erotismo na Literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou, mas volto. E isso é uma ameaça!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-1805644611184610706?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/1805644611184610706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/prosaicas_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/1805644611184610706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/1805644611184610706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/prosaicas_09.html' title='Prosaicas'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1455835618394798604.post-5878019659429035347</id><published>2010-06-07T10:40:00.000-07:00</published><updated>2010-06-07T10:45:47.484-07:00</updated><title type='text'>Chico Mendes, 52</title><content type='html'>Viver é perigoso, dizia Guimarães Rosa. Já estava com o texto de estréia deste blog pronto para ser postado quando recebi a notícia de que o Chico Mendes havia nos deixado.Morrer é o capítulo final da vida. E é disso que as pessoas falam nos dias seguintes à morte, dependendo de como ela se deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Chiquinho era chamado de Pelé pelos familiares. Logo que o conheci não entendi o por quê do apelido. Afinal, era baixinho, branquelo, o futebol nunca foi seu esporte predileto. Seu hobbye e orgulho era a Harley Davidson que o levava nas asas da liberdade aonde fosse. E foi a bordo dessa paixão que ele escreveu o último parágrafo de sua aventura terrestre. As inexplicáveis causas do acidente ficaram na curva de uma rua de Santana, bem perto de sua casa, quase em frente onde mora a irmã e a poucos metros do Raimundo, um dos points que freqüentava no fim de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi a respeitar e a admirar o Chico logo de cara. É fácil identificar o bom caráter em poucos dedos de prosa. Quando, de fato, o sujeito é bom caráter. Altos papos sobre atividades e gostos comuns. E aos poucos vai ficando bem claro por que Pelé. Se alguém quiser saber exatamente a razão desse honroso apelido, não pergunte a nenhum dos familiares do Chiquinho. Claro, são suspeitos. Faça assim: dê um pulo até a página do jornalista José Neumanne Pinto na internet  (&lt;a href="http://blog.neumanne.jor.br/"&gt;http://blog.neumanne.jor.br/&lt;/a&gt;)., de quem Chico Mendes foi pai, irmão, filho, amigo e escudeiro fiel de tantos anos.&lt;br /&gt;Chico, meu rapaz! Você vai fazer muita falta nesse deserto de idéias e de gente de bem. Aquele chopp com o Zé Neumanne no Bar Léo, que Você agendou, continua de pé. E, lá, brindaremos ao privilégio de tê-lo conhecido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1455835618394798604-5878019659429035347?l=danielpereirajor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/feeds/5878019659429035347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/chico-mendes-52.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/5878019659429035347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1455835618394798604/posts/default/5878019659429035347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danielpereirajor.blogspot.com/2010/06/chico-mendes-52.html' title='Chico Mendes, 52'/><author><name>Daniel Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08184459205286643845</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-9T_Qr__FMWo/TuZdLAyzCQI/AAAAAAAAACk/AB2EIu6mxUg/s220/foto%2Bcongresso%2B1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
